Nosso Time

Anna Laura Neumann

Meu primeiro livro foi “As confusões de Aninha”. Não lembro minha idade, mas as fotos mostram que eu sentava na minha cadeirinha favorita e fingia ler em voz alta para as bonecas. Ali as histórias começavam a conquistar meu coração.

Na hora de escolher minha profissão, peguei um folder de divulgação de uma universidade e literalmente risquei todos os cursos que envolviam sangue ou números. Fiquei com três ou quatro opções, dentre elas a Comunicação Social, habilitação em Publicidade e Propaganda.

Agora posso gerar um desapontamento em quem me lê, mas não foi amor à primeira vista. Eu discordava de muita coisa. Eu não acreditava que algumas palavras em um outdoor poderiam vender alguma coisa. Eu não entendia qual era o meu propósito, nem como ele poderia se encaixar na Publicidade. Eu sequer me identificava com o estereótipo dos Publicitários: pizza e cerveja para virar a noite trabalhando. Mas insisti e quando peguei meu diploma nas mãos, eu sabia que eu iria fazer diferente, custe o que custasse.

De lá para cá, escrevo com a Âme Storytelling uma história cheia de obstáculos, mas também repleta de conquistas e, principalmente, propósito.

Leticia Fritzen

“Mas o que faz um designer?” Pergunta essa que recebo até hoje, e não sei até que ponto consigo explicar bem. Talvez a forma com que eu o descobri faça algum sentido para quem estiver lendo esse relato.

Fui daquelas crianças bem clichês, que queria ser bailarina, cantora, professora ou até atriz. E esses planos não mudaram muito. No terceiro ano, visitando uma universidade federal para conhecer o curso de Dança (sim, dança), e desapontada com o que acabara de ver, vi uma menina, sentada no cordão da calçada em frente ao prédio mais colorido do campus, observando uma árvore e a desenhando. Perguntei, o que tu faz? E ela muito feliz me respondeu Desenho Industrial – Programação Visual (atual – Design), e começou a me contar a imersão desse curso no mundo das cores, das formas e da criatividade. Ali minha criança interna encontrou o seu lugar de artista, através da criação.

Laura Mallmann

Quando criança e até a saída do ensino médio, a resposta sobre o que eu gostaria de fazer quando crescer nunca foi clara. Eu sabia que meus hobbies eram (e são, em sua maioria) artísticos e criativos, como pintura, música, teatro. Mas isso nunca me trouxe a certeza de qual carreira eu gostaria de seguir, afinal, são tantas paixões variadas que carrego e tantas áreas de estudo. Até que, em uma visita à feira de cursos da universidade Univates, eu conheci o Curso de Design. Um curso onde você poderia transitar por diversas áreas criativas como o design gráfico, de produto, mobiliário, web, além de aprender através de projetos e aulas práticas. E foi então que eu encontrei o meu lugar, o lugar onde eu poderia me explorar e explorar meu lado criativo de diversas formas.

Luiza Adorna

Eu sempre fui feliz com um papel e um lápis em mãos. Era tudo o que eu precisava para me expressar. Quando decidi ser jornalista, ainda criança, eu já sabia que eu tinha nascido apaixonada por histórias. Então, com o tempo, descobri que elas podem ser encontradas em qualquer lugar. Basta querer enxergá-las.

Por isso, sempre estive certa do meu sonho de ser jornalista e escritora. Jornalista porque eu ainda sei todo o texto do telejornal que eu apresentava quando criança. E escritora porque os livros, as palavras e as histórias sempre foram minhas melhores amigas.

No meu mundo que sempre foi cor-de-rosa, procuro enxergar diariamente o melhor de cada situação e cada ser humano. Afinal, eu acredito que todos nós – pessoas ou empresas – somos protagonistas de uma bela história. E as boas histórias precisam e merecem ser contadas.

Victória Lieberknecht

A Vicki era o tipo de criança que se interessava por absolutamente T-U-D-O no mundo. Das bonecas à construção de uma casinha na árvore. Do violino, à bateria. E das aulas de teatro às aulas de robótica, absolutamente tudo no mundo me fascinava. E como escolher uma profissão, quando se gosta de todas as coisas?

E, apesar de fazer pouco mais de uma década que escolhi o jornalismo como o meu “ganha-pão”, sinceramente não lembro como vim parar na profissão. Talvez já existisse uma linha escrita por Deus que determinasse essa parte da minha vida. Pois entre Engenharia Náutica, provas do ITA, enfermagem e música, eu escolhi o jornalismo, uma profissão que conta a história e os feitos de todas as outras. E que feliz escolha!

Às vezes eu paro e fico encarando as pontas dos meus dedos, olhando ao redor, tudo o que já conquistei. Nessas horas eu penso: “tudo isso, a minha casa, cada quadrinho, xícara ou florzinha, de alguma forma saiu daqui, das pontinhas dos meus dedos. Tenho superpoderes nas mãos. Não é incrível?”. Mais do que escrever, minha missão no mundo é comunicar, mostrando o lado encantador de todas as outras coisas do mundo.

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